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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

A hora do pesadelo e as empresas de telefonia celular





Há alguns meses atrás tivemos a ocorrencia de uum fato bem interessante, empressas de telefonia celular foram proibidas de venderem seus chips até que melhorassem seus serviços. Uma das exigências foi que as empresas melhorassem os seus serviços. Parece que muita coisa mesmo ainda precisa melhorar.

Primeiro em relação a Vivo. Após anos usando um plano Vivo controle, simplesmente resolveram colocar nas nossas contas um seguro, que sequer contratamos. Não bastasse tal desagrado, ainda tivemos de aturar a falta de educação do atendente quando ligamos para tentar sustar o pagamento do dito seguro. 

Outra empresa que me tem criado problemas é a TIM. Não é dificil para ser humano algum que ande sobre duas pernas enetnder que o motivo de adesão a esta operadora é o preço em conta que a mesma oferece. Coisas do tipo falar de TIM para TIM “ ilimitado”, por apenas R$ 0, 25, internet por apenas R$ o, 50 ao dia (pagando apenas o primeiro acesso, é claro), etc...

Em outras palavras não procurei a operadora para ter aulas de ingles via celular e pagar R$ 0, 99 por semana. Mas é um serviço que  ser empurrado pela minha goela abaixo, visto que o SAIR não funciona. Fato é que  quando tentei mandar a mensagem para SAIR (de onde não entrei por livre vontade, é claro), nenhuma foi enviada. Logo, estou com umas onze mensagens na minha caixa de rascunhos. Todas enviadas para um tal de 2525, mas sem sucesso.

Para os quixotescos que buscam apagar supostas mensagens religiosas das nossas notas, que tal abraçarem esta causa?





Pr Marcelo Medeiros.


Em Cristo.


domingo, 18 de novembro de 2012






TROCANDO AS NOTAS
 
De alguns anos para cá tem se tornado cada vez mais natural confusão entre "laicização" e "secularização". Prova maior de tal confusão é a proposta da proposta da procuradoria da república que se retire a "expressão" "Deus seja Louvado" de nossas notas. o argumento mais apresentado é a de que somos um Estado laico. Ao que pergunto: e daí? Sim em que sentido a presença de uma expressão tão genérica como esta fere o princío da laicização estatal? 
 
Mas ao que parece, o problema não para por aí. Como se não bastasse, em função de um alinhamento com o politicamente correto, também se propos que a expressão em apreço privilegia uma minoria em detrimento do restante da população. Ao que continuo a perguntar como? Em que sentido tal expressão viola os direitos de uma minoria, se a nota se quer indica qual deus tem de ser louvado?
 
Minha tendência pessoal é a de crer que haja sim uma séria mudança no modelo de visão que a nossa sociedade tende a seguir. E uma suposta violência está sendo substituída por outra, a de quem quer ver uma sociedde nos seus moldes filosóficos. Existem outras questões de maior importância para serem tratados pela procuradoria e mesmo pelo MPF.
 
Mas o principal problema nesta questão é que até Comte e Durkeim sabiam que uma socieade só poderia ser constituída a partir de valores herdados da religião cristã. Tanto que o primeiro elaborou um catecismo positivista e deixou como herança toda uma tradição de hinos nacionais, culto à bandeira, culto à patria, etc....
 
Na minha humilde e simples opinião tudo isto é fruto da maldita ditadura do politicamente correto.
 
Pr Marcelo Medeiros

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Lição da EBD nº 7



Miqueias - Justiça e adoração, o culto que Deus pede.

Começo o presente estudo pedindo minhas desculpas pelo texto. Estou sem computador e daí o texto simples que apresento.

Miqueias é um profeta cujas origens são desconhecidas. A despeito das suposições sobre sua cidade natal, todas levantadas em função da menção a Moresete-Gate, um cidade situada à 40 Km Jerusalém, não se sabe ao certo se este foi homem do campo, ou da cidade.O que se conhece ao certo é que foi contemporâneo de Isaías, tendo desenvolvido o seu ministério durante os reinados de Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá.

O mesmo dirigiu sua profecia contra Samaria também, mas não faz menção ao rei de Israel, indicando que suas profecias ocorreram em um período de declínio do reino norte. O  que mais impressiona em seu livro é a semelhança que ele guarda com o profeta Isaías. Por exemplo:

1) Ambos profetizam nus como símbolo do cativeiro que havia de vir (Is 20. 2, 3; Mq 1. 8), sendo que Isaías profetizou sobre o Egito, ao passo que Miquéias dirige sua profecia ao reino norte.

2) Ambos dirigem sua profecia contra os que se valem de sua situação social e do poderio político para poder oprimir ao povo (Is 10. 1, 2; Mq 2, 1, 2).

3) Ambos profetizam contra os que propagam inversão de valor entre o povo (Is 5. 20; Mq 3. 2).

4) Ambos profetizam a restauração política e social e espiritual de Jerusalém (Is 2. 1 - 5; Mq 4. 1 - 4).

5) Ambos profetizam a restauração na era messiânica (Is 11. 1 - 7; Mq 5. 2 - 5).

6) Profetizam a restauração dos remanescentes de Jacó e o juízo de Deus contra a Assíria (Is 10. 7 - 22; Mq 5. 6 - 15).

7) Ambos contestam o culto baseado em sacrifícios e destituído de vida prática e social (Is 1. 11 - 17; Mq 6. 6 - 8).

8) Ambos falam da apostasia geral entre o povo de Israel (Is 59. 2 - 16; Mq 7. 1 - 7).

Tais semelhanças tem despertado na comunidade científica a curiosidade a respeito da originalidade dos oráculos, se de Isaías, se são de Miqueias  ou se algum profeta mais antigo serviu de fonte para ambos. Em tudo isto, precisamos observar que, a despeito das semelhanças, cada um mantém a sua originalidade e a mensagem é transmitida em termos diferentes.

Ambos experimentam a ação do Espírito do Senhor (Is 61, 1, 2; Mq 3. 8), sendo que no caso do último, o Espirito do Senhor está presente para expor ao povo o seu pecado. O pecado de um povo liderado por chefes que comem a carne, do povo, que oprime, cujos profetas profetizam paz para todo o que possui algo  que possa dar o profeta, ao passo que profetizam guerra a quem nada tem a lhes oferecer (Mq 3. 1 - 7).

O texto mais marcante do livro é o ele te declarou ó homem (Mq 6. 8). Deus exige que o povo tenha uma vida espiritual mais profunda, e menos ritual. O amor a justiça (sadik), a prática da beneficência (hesed), são as bases de uma vida diante de Deus. Miqueias é lembrando pela profecia que dá o local exato do nascimento do Messias (Mq 5. 2; Mt 2. 6). A despeito dos sinais visualizados pelos magos, é a profecia o norte que orienta os mesmos.

Jesus também cita Miqueias ao orientar os seus discípulos a respeito de como os familiares podem vir a se tornarem inimigos do homem (Mq 7. 6, 7; Mt 10. 21, 36). Por este motivo o livro é extremamente apreciado e admirado por nós.

Em Cristo, Graça e paz. 
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