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sábado, 11 de janeiro de 2014

Lanna Holder se une com Rosania Rocha

 
Respeito as leis á parte, e aos direitos individuais, dentre os quais, o da liberdade de expressão, não vejo a união das figuras em tela como um casamento. Casamento, de acordo com o texto preferido desta suposta pastora, é a união entre homem e mulher (padrão claramente estabelecido no livro do Gênesis), e que você pode conferir aqui, aqui, e aqui. Outra questão o gay pode sim ser evangélico, desde que sua sexualidade não seja propagada, e que ele a reconheça como errada e lute contra ela. Na verdade a dificuldade vivida pelo homossexual é a mesma que toda pessoa mente, fofoca, agride, se ira, adultera enfrenta. Uma vez pecador ninguém consegue por suas próprias forças lutar contra isto. Criar uma Igreja Inclusiva demanda que tais aspectos sejam considerados.
Mas a questão que me traz aqui não é a pessoas do novo par homo afetivo do meio gospel, mas uma questão levantada por alguém nas redes sociais. O que Jesus faria, tentaria conquistar com sabedoria, ou abriria mão das pessoas? gostaria de responder esta questão reafirmando uma verdade bíblica de que Cristo veio ao mundo para salvar pecadores, mas vamos analisar este texto na íntegra.
Mas os fariseus e aqueles mestres da lei que eram da mesma facção queixaram-se aos discípulos de Jesus: "Por que vocês comem e bebem com publicanos e ‘pecadores’? "
Jesus lhes respondeu: "Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim chamar justos, mas pecadores ao arrependimento
(Lc 5. 30 - 32 NVI).
Creio que este texto derrube por terra a imagem de um Cristo adocicado que tem sido vendida por aí. É verdade que ele veio para os pecadores e neste intuito se misturou com eles. Mas ele mesmo os chamou ao arrependimento. A palavra grega para arrependimento é μετανοιαν (metanoian), cujo sentido literal é mudança de mente, mas em termos práticos é a demanda de uma nova atitude, por parte do homem, com relação aos seus pecados.
Creio que cenas como a da imagem acima sejam fruto de um evangelho onde arrependimento é um conceito ultrapassado, senão excluído. Agora, opiniões e exegeses bíblicas á parte, creio que não é com hostilidade franca e aberta que algo de útil e proveitoso será feito. Necessário se faz aqui a lembrança das palavras de Paulo, quando este diz que ao servo de Deus não convém contender, mas ser manso e apto para convencer os contradizentes, visto que eles estão sob o poder do diabo (II Tm 2. 24, 25), lembrando que as palavras de Paulo aqui se aplicam a todos os que não entendem o Evangelho. Oremos para que Deus ilumine os olhos de ambas e lhes conceda o arrependimento em Cristo Jesus.
 
Marcelo Medeiros, Em Cristo

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Mais uma falácia homoafetiva


Gostaria de expressar neste post a minha indignação contra o ministro da Austrália que defendendo o casamento igualitário, usou de artifícios sofísticos para expor, e diria, impor a sua opinião. Honestamente, creio sim que seja dever de um político trabalhar em prol de todos os cidadãos e se ele entende que para tal tem de promover, ou legalizar o casamento igualitário, quem sou eu para ir de encontro a ele.
De imediato, tem de ser explicado ao caro colega pastor e a todos os pastores que o casamento bíblico não é isto que se oficializou na esfera civil e jurídica com vistas a partilha de bens e de herança. Não, o Casamento é algo que ocorre no coração de um homem e de uma mulher, de forma que aquele deixa pai e mãe, e se une a ela a fim de serem ambos uma só carne.
Ao amado pastor, creio que a pergunta seria esta: como distinguir o casamento heterossexual e heterogâmico das uniões civis realizadas pelo Estado? Creio que mais do que nunca precisaremos ir de encontro ao Estado e á nossa postura. Como? Reforçando, mais do que nunca a laicidade, no sentido de separação entre Igreja e poder temporal.  
Voltando às palavras do ministro, o que posso dizer a respeito das suas considerações? Simples!Errado, errado, caro ministro a Bíblia não diz que a escravidão é uma condição natural, não está escrito em parte alguma da mesma. O fato de Paulo ter dito que os escravos deveriam ser obedientes aos seus respectivos mestres não indica que ele considerasse a escravidão algo natural, Paulo não tinha por sobrenome Aristóteles, há uma fenda, digo distancia, temporal, e aproximadamente quatrocentos anos entre o filósofo e o apóstolo.
Uma razão viável para que Paulo tenha dito que os escravos fossem obedientes ao seu senhor talvez seja o fator culturalmente comprovado de que muitos deles, vieram a serem escravos em razão de terem se vendido como tais, a fim de subsistirem, algo bem parecido com o que fazemos quando nos vendemos para trabalhar em algo que não suportamos fazer, mas fazemos pela nossa subsistência (ao menos esta á a opinião de Karl Marx).
A preocupação do Pastor é legítima (serei obrigado a celebrar a cerimonia de casamento igualitário?). E comparar a normatividade Bíblica a respeito do casamento com a escravidão, que tal como o divórcio, sequer é normativa, é  uma das maiores desonestidades intelectuais que tive a oportunidade de ver e pior ainda apenas realçou um aparente despreparo por parte do pastor, que talvez tenha sido.
A respeito do homossexualismo ser natural, ou não, há um vídeo de Olavo de Carvalho no qual este filósofo aponta o erro de tradução das Bíblias em português ocorrido na carta de Paulo aos Romanos. Neste vídeo o filósofo aponta que na verdade os homossexuais trabalham de forma favorável á sua natureza e por agirem desta forma acabam por se voltarem contra Deus.
Voltando ao ponto da escravidão, na sociedade hebraica foi instituída uma norma que, se seguida, tornaria esta condição, que em muitas nações era permanente em uma condição temporária. O que acontecerá se aplicamos a condição da escravidão à homossexualidade, ainda que o façamos por analogia? A escravidão não era definitiva, mas temporal, deveríamos entender o mesmo a respeito da homossexualidade?
Sobre ciência, sabemos que ninguém nasce músico, poeta, pintor, artista, é cada vez mais comum a negação de habilidades inatas. Reconhecemos a influencia cultural, e o comportamento adquirido. Se é assim com relação as habilidades por que não o pode ser com o comportamento sexual? Qual cientista conseguiu provar cabal e definitivamente o caráter natural da homossexualidade? Nenhum! Por mais popular e politicamente correta que tal pesquisa fosse, ela seria risível do ponto de vista científico, exatamente pelas razões acima expostas. Neste ponto o grande serviço do ministro foi mostrar que não existe comprovação científica para que se afirme que a homossexualidade é antinatural, ou contrária à natureza, mas fora isto toda argumentação foi pífia.
 
Em Cristo, Pr Marcelo Medeiros.



 

sábado, 13 de abril de 2013

Senado Francês aprova união homo afetiva

 
Não é estranho que com tantas causas sociais pendentes os países de todo mundo estejam igualitariamente mobilizados com a causa homossexual? Pois é, a França além de aprovar a união homo afetiva, ainda aprovou a adoção de crianças por algo que chamam de casais homossexuais. Isto é algo que insisto na inexistência pelas razões apresentadas no estudo O Casamento Bíblico. O mais interessante em tudo isto é o site da euronews destacar esta notícia como a reforma social mais importante desde 1981, quando foi abolida a pena de morte. Estranho a rapidez com a qual este processo tem se desenrolado aqui e no mundo inteiro. Mas já faz um bom  tempo que tenho dito que estamos vivendo os dias dos quais Jesus falou aos seus discípulos, dias de Sodoma e Gomorra, tais como os de Noé, e necessário se prestar atenção às palavras de Paulo:
Façam isso, compreendendo o tempo em que vivemos. Chegou a hora de vocês despertarem do sono, porque agora a nossa salvação está mais próxima do que quando cremos. A noite está quase acabando; o dia logo vem. Portanto, deixemos de lado as obras das trevas e vistamo-nos a armadura da luz. Comportemo-nos com decência, como quem age à luz do dia, não em orgias e bebedeiras, não em imoralidade sexual e depravação, não em desavença e inveja. Pelo contrário, revistam-se do Senhor Jesus Cristo, e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne (Rm 13. 11 - 14 NVI). 
 
Em Cristo, Pr Marcelo Medeiros
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