A cantora Ana Paula Valadão protagonizou nesta semana o mais recente tiro no pé de um militância evangélica, que a cada dia procura coar mosquitos, mas que vem engolindo camelos. Falo com respeito à mais recente propaganda da C&A (aqui e aqui). Não se trata de ignorar que o comercial incentiva a ideologia de gênero. Menos ainda de tachar a cantora em apreço de homofóbica, Mas de colocar as coisas em seu devido lugar.
Ja falei neste espaço que mesmo discordando não há como impedir que uma empresa como Boticário e a citada acima deixem de usar ideologias contrárias à fé cristã, com fins de ampliar o seu público. As razões para criticar a forma de proteste encetada por Ana Paula Valadão já foram expostas neste post, e as reitero aqui.
De minha perspectiva teológica nenhuma denominação religiosa tem contribuído tanto para a distorção do Evangelho de Cristo e para a apostasia quanto este conglomerado chamado Lagoinha, com suas Igrejas em forma de boite com o intuito de alcançar fiéis, mas assim como não posso forçar os marketeiros da C&A, não posso forçar os de Lagoinha a pensarem como eu.
Marcelo Medeiros. Em Cristo.
